quarta-feira, outubro 11, 2006

Cadentes


As estrelas sobem, ou pelo menos, na nossa visão, devem permanecer no alto. Só que, de vez em quando, caem com muito atrito na Terra. Esse é o momento, sem dúvida, de nos equiparar-nos ao seu brilho, na mesma condição terrena.

E o meu desejo é que todos nós nos convençamos a estrelar. Você está pensando que estou defendendo candidatura de algum partido? Não! Refiro-me aos nossos pensamentos altruístas. Elevar a idéia, desejar o bem do próximo, chegar perto das estrelas.

A maior constelação, sem dúvida alguma, é a TV brasileira. É lá que todos se tornam astros sem saber a verdadeira a essência da Luz. Brilhar sem luz própria, igual às estrelas, e cair desastradamente, que nem elas.
Por que será que a mídia insiste tanto em dar espaço a personagens vazos? Não se deu conta ainda, que como seres miméticos, estamos sempre em busca de alguém pra nos espelhar?

É um céu midiático, extremamente vazio. Não citarei aqui as estrelas do momento pelo simples motivo de não apoiar essa tática.
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