domingo, março 25, 2007

Festa sem barulho


Acabo de ler matéria no O Povo sobre os 25 anos da AM do Povo, como ficou conhecida. Confesso que senti falta de cores. Digo, de festividades!


Comentei sobre a possibilidade de ser mais barulhenta a passagem, mas pensando bem, a rádio tem sido uma festa durante todo esse período, que está no ar. Deve ser essa minha veia festeira que tenho que fica cutucando e criando necessidades.


Logo nos primeiros anos de atividades, os aniversários eram comemorados com a participação de inúmeros artistas de renome nacional. O público que não se limitava apenas a ouvir a programação, estava concosco diariamente, sendo platéia e bastidor simultâneamente, aparecia e dava cor e som às comemorações.


Mas, é na informação que está o brilho da AM do Povo. É por meio dos âncoras que a Cidade se mantém informada. Não obstante, a dificuldade de vender espaços, porque só quem trabalha em rádio sente na pele a dificuldade de se fazer reconhecer a qualidade merecida.


Como formadora de opinião, prestadora de serviços e, fundalmentalmente importante na formação de cidadania, o rádio está no mesmo patamar de descrédito que a escola. Afirmo sem medo de estar cometendo injustiça. Falo no tocante à educação porque quem informa, educa.


Mas, resiste ao tempo e às adversidades porque está sempre pronta para prestar serviço e a emissora que foge desse objetivo apenas fica no ar, devendo a todos nós a oportunidade da informação.


A AM do Povo tem se mantido firme porque tem no leme uma pessoa com visão ampla que o meio precisa: Demórito Dummar.
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