domingo, março 04, 2007

Quase sexi (genária)


Hoje estou completando 52 anos na atual existência terrena. Desses, 18 passei na Am do Povo. Vi e vivi momentos que me fizeram crescer e tornaram a pessoa que sou hoje.


Por muito tempo, a ansiedade foi a minha companheira assídua, igual ao sol durante o verão. Só que diferente da estrela que nos vivifica, sombreava-me os dias. Por conta disso, nem sempre aqueles 18 anos foram para bater palmas.


Mas, agradeço com todo o sentimento enriquecido na memória aos meus companheiros de trabalho. Todos foram e são especiais e estiveram comigo até quando discordávamos. A equipe da rádio Am do Povo era tão intrínseca e cumpria tão bem o compromisso de atividades, que quando um se atrasava, o que estava para deixar o plantão não reclamava do toco. Iniciava o trabalho do que estava para chegar.


Há pouco, um amigo telefonou para dizer o quanto se sentia bem por me ter como amiga. Existe algo melhor do que isso? Chamei a atenção de Francisco José pela gargalhada. Ele trabalhava no Jornal O Povo e nos encontrávamos no momento do lanche. Ele falou sobre a distância física vencida pela sintonia da amizade.


Não temos companheiros de momentos, mas companhias. Os amigos estão sempre conosco pelo que nos representam. Eu tenho um amigo, que está sempre me acompanhando e me conhece muito por conta da sua senbilidade magnífica. Leitor do blog, Nonato Albuquerque participa da minha vida desde a faculdade.


Quando saí da rádio, há sete anos, não recebi recados do pessoal de lá. Porque os meu amigos, a maioria, já estava em outras redações e continuamos nos encontrando. Peço perdão aos outros amigos por não citar os nomes, que irei, paulatinamente personalizando o tema do mês, que é a Am do Povo.


Costumo brincar que a escola não me dispensou. Na realidade, conquistada a maioridade, fui estimulada a procurar outros caminhos.


Por isso, sempre concordo com Ivan Lins: "... a vida pode ser maravilhosa..."




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