sábado, abril 14, 2007

Caridade, nem tanto

Estava pensando por que muitas das nossas ações, as quais iniciamos com muito afinco, devoção mesmo, perdem-se no tempo. Nem consigo contar as que já participei, até chegar a ser uma das fundadora, mas que no caminho - não sei no início ou no meio - perco a identidade.



Não sei se por exigência, de querer que as coisas funcionem do meu modo, só sei que acabo largando e buscando outras alternativas mais afinadas com o meu pensar.

O que conta é fazer algo por alguém enquanto se acredita estar amando o próximo.

Gosto de trabalhar para àquelas pessoas com as quais não tenho convivência. Alguns amigos me chamam atenção para o perigo de auxiliar organizações ou entidades sociais, que sobrevivem à custa da miséria. Que susto! a humanidade é sempre criadora na temática da malversação.


E o que a gente pode fazer? Promover devassa nas entidades? Solicitar balancetes mensais para identificar para onde está indo a minha moeda? Prefiro acreditar que é para o bem de alguém que esteja realmente necessitando de ajuda.


Confesso que no momento da doação sempre vou pela intuição. É coisa de energia mesmo. Olho para a pessoa, dou ouvidos aos seus queixumes e estendo a mão. Se for encenação, paciência, é porque ainda estou precisando repetir as lições de casa.
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