quinta-feira, maio 10, 2007

Por Cecília

No dia da chegada do Papa Bento XVI ao Brasil, no momento em que a nação católica se unia para comemorar a chegada do homem que se dedica a pregar união dos povos, chama atenção para a manutenção da vida se posicionando contra o aborto, eu vivi uma das maiores emoções até agora.

Ela veio bem antes do Papa, para ser exata, às 6h50min, com alarde e dor. Cecília, a personagem que veio edificar o sentimento materno da minha filha Érica, que sobreviveu às agruras físicas em defesa do parto natural, mas que ao fiinal teve que se submeter à uma intervenção cirúrgica.

Magnificamente corajosa suportou até onde pode para permitir que a sua primogênita viesse ao mundo sem traumas físicos.

Depois do susto, o sorriso aliviado e o prazer de poder abraçar um ente tão querido de regresso à Terra em busca de crescimento e da maturidade necessária para se desenvolver como um ser pleno.

Com o passar do tempo tenho me percebido mais serena, apesar de tudo. Ter 52 anos tem lá suas vantagens: descubro-me amadurecida e constato que a maturidade não me torna privilegiada. Tornei-me melhor aluna nesta escola maravilhosa que é a Terra e da grande lição que é viver.
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