quarta-feira, setembro 26, 2007

Monólogo


Eu sempre gostei - até quando não sabia que fazia - de viajar no teletransporte da mente. Sempre é uma forma de escapar do confuso conviver com uma realidade que se apresenta desconfortável.
Sempre conversei com os invisíveis, que hoje chamo de assessores fiéis. Não é pra menos, eles estão sempre me informando sobre o que necessito saber para me prevenir diante das adversidades.


Interessante é a forma como chegam até a mim: vem como pequenas lembranças de fatos já vivenciados, que agora dou quase toda a atenção merecida. Antes, não sei por quê cargas d'água, não prestava atenção minuciosa. Deve ser complicado falar com alguém como eu que fala pelos cotovelos e tem a mente burilando de idéias o tempo todo.


Mas, como dizia, os recados vêm como lembrança de situações que deixaram marcas profundas. São pequenos quadros em forma de idéias e assim que são identificadas, corro o pensamento numa velocidade assustadora em busca de socorro. Deus, não permita que aconteça! Me dá luz, que quer dizer, discernimento.


Demorei, mas aprendi que nem sempre os pedidos têm a ver com a nossa missão. Um amigo invisível recomenda: olha o que pedes. Tem razão.
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