segunda-feira, setembro 17, 2007

É..... quase fantástico!




Depois da dança do gelo, o fantástico ficou congelado. A revista na TV está sofrendo baques de audiência. Seria por conta da repetição de certos temas, ou postura dos apresentadores? Nem sempre o que não é bom é fácil convencer do contrário.




Já há algum tempo deixei de assistir ao programa porque me causava depressão do domingo. Uma doença crucial que me consumia noite adentro, uma sensação de angústia porque o único dia de folga teria que ser preenchido por inúmeras ações de interesse pessoal e da família.




Cheguei a divulgar o tema que mereceu muito espaço na rádio em que trabalhava na época. Descobrimos que a síndrome do domingo atingia e atinge ainda um grande número de pessoas. Eu ficava mais ou menos leve até ouvir a vinheta de abertura do Fantástico que àquela época estava mais fascinante do que hoje.




Será que está perdendo a graça porque de repente resolveu ser mais sério? Estou me permitindo acompanhar outros programas como o da Record, ao invés de curtir a Globo nas noites de domingos, já livre da depré. Confesso que fiquei meio decepcionada quando apostei em algo que me agradasse no programa em questão.




Só a reportagem mais ousada de Regina Casé em visita às feiras das periferias de várias cidades, inclusive estrangeiras, me satisfez. Bom, até chegar o momento em que ela fez questão de mostrar o gosto musical de alguns angolanos: são apreciadores do que considero o que há de mais mau gosto no repertório atual: bandas de forró, as negações da música brasileira.
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