quinta-feira, novembro 15, 2007

Correnteza


Dinheiro é moeda corrente. Este é o meu pensamento e este o tratamento que dou ao salário que recebo mensalmente. Porque também sei que por mais que insistiam em dizer, não tenho preço, assim como qualquer pessoa. Não acredito em oportunismo - vendaval, do tipo é agora ou nunca. Estou sempre reticente com relação ao advir.

Por isso estou sempre com o pé atrás quando o assunto é notoriedade. Os cargos, as funções passam e eu sei que vou continuar. Fico espantada com o enorme sucesso das pessoas envolvidas em escândalos e como o motivo passa a ter leitura diferente, mas igualando todo mundo. Falo do sucesso da jornalista, colega de profissão, Mônica Veloso. Vivia no anonimato até vir ao conhecimento público o seu caso com o senador Renan Calheiros.

A partir daí, não mais se pertenceu. Tira a roupa, enche a bolsa de dinheiro, e agora faz piada no Zorra Total. E por que não? Tudo virou uma zorra mesmo. No íntimo, o meu lado mãe reclama maior atenção ao lar doméstico. Não quero ser pretenciosa, a ilustre moça continua sendo uma desconhecida para mim. O diabo é a mídia que não larga dela e ela parece-me ir na onda, sem muita preocupação.

Está dado o recado da vez: mulher para ser notória, tira a roupa, incita os desejos mais íntimos - não tão íntimos; se não é bonita, se faz, aposta tudo e que se dane o mundo!
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