quarta-feira, novembro 28, 2007

Sedução sem seduzir

O meu amigo Eliomar de Lima prevê a falta de entusiasmo por parte de alguns possíveis leitores do livro, que a jornalsta Mônica Veloso lança nesta quarta-feira. Na avaliação dele, a leitura não vai saciar a curiosidade velada pelo que acontece nos bastidores do poder.




O título do livro é sugestivo e pode sofrer vários tipos de leitura. O Poder que Seduz não significa necessariamente o Poder, como razão de ser do Estado, mas o envolvimento, o íntimo que não se expõe. Digo isso porque por mais que um escritor tente retratar as suas impressões, carregando nas letras, nenhum de nós pode sentir o que vai nele, naquele exato momento.

Não tenho interesse de ler a tal obra, nem estou aqui para julgar as razões que motivaram a jornalista a expor, de certa forma, seus sentimentos com relação ao homem com quem teve uma filha. Li o trecho divulgado por Eliomar postado em seu blog, sobre o primeiro encontro com o senador em questão.

O poder que fascina a mulher é o da aproximação. É o arrodeio como dizemos aqui no Ceará. É o precioso momento do toque que não se completa. Na verdade - opinião livre - ninguém nunca vai querer saber, de fato, o que ocorreu entre os dois personagens. Isso, porque somente Mônica guarda em seu reduto a relação.
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