sexta-feira, janeiro 11, 2008

Ser mulher é...


O escritor Ricardo Kelmer é um dos meus prediletos. Desde o livro Quem apagou a luz? que sigo as suas letras tão bem trabalhadas. Não seria diferente com os artigos publicados no Jornal O Povo. O de hoje, retirado do blog do autor, é tudo de bom.


Veja bem. Ele fala sobre o sentimento feminino, a mania, segundo ele, que a mulher tem de sufocar o homem com as suas esquisitices mulheril (esta é a minha visão).


Colocando o meu sentir e pensar nas suas descrições, não lhe tiro a razão. A mente fantasiosa realmente atropela a relação. É confuso pensar feminino quando se aposta tudo e se quer tirar a limpo o que está pra vir.


Sabe como é e nisso o homem não é diferente, a gente traça um perfil ideal de um companheiro(a) e joga tudo sobre o candidato que se aventura. Como não corresponde ao idealizado, a frustração se faz presente. Mas, o contraponto é saber discernir, que encheção de saco não significa mimo, atenção. Afinal, isso não é aprendizado, mas serve de lição.


É preciso ter para ser? para a maioria ainda. Não vou generalizar porque seria irresponsável. Mas, euzinha, por exemplo, estou mais solta e já não fico cismando que a presença masculina intranqüiliza. Costumava pensar (olha eu aí me entregando) que homem tirava o meu sossessgo porque é espaçoso demais. Mas, qual! a pessoa nem se dava conta do que a minha mente maluquinha trabalhava.


Então, a alternativa é deixar a preguiça emocional de lado e encarar. Ser mulher e deixar o homem ser o macho da sua visão, sem moldar. Afinal, é melhor ser mimético do que manipulador.
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