terça-feira, fevereiro 26, 2008

No realejo

Estava novamente viajando na Net e vi com atenção a imagem de um pequeno realejo que oferece leitura virtual da sorte. Cliquei para ver a animada periquita que trazia no bico a mensagem.

Os pequenos dizeres, feitos só Deus sabe por quem, são ordem para quem crê no recado vindo por forças estranhas, mas que por isso mesmo, respeitadas.

É sempre um aconselhamento, que põe em ordem o pensar aflito, curioso, ou ainda auxílios do alto. Não dizem que Deus fala por meio das criaturas e por quem menos esperamos?


Já convivi com o mistério e confesso que sentia um certo interesse e me deixava envolver pela sensação, que latejava e gerava calafrios.

Cresci na vertical e fortaleci a crença em atos favoráveis. Deus só auxilia e me faz bem! Larguei a caixinha, que tocava música e trazia papéis amarelados, que com o tempo foram substituídos pelos horoscopistas. Seria realmente necessário crer no que o outro dizia? E a voz que ecoava no meu interior?

Hoje, fortalecida na fé raciocinada, acredito no que vejo e toco. Na natureza que se sucede sempre; na fortaleza da energia criadora, que me envolve, que me permite o discernir para poder escrever aqui neste espaço e dizer que a música faz parte do realejo universal e que o recado é a luz, matéria - prima de todos nós.
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