segunda-feira, dezembro 15, 2008

Ainda faltam sete anos



Eu vivo com calendário na cabeça. É uma obrigação para quem vive acompanhando os fatos e jornalista não pode fazer de conta que não vê, não ouve, não sente... Ou seja, tem que usar os seis sentidos sempre. Mas, a cidadã, pode ignorar certas datas, como por exemplo, coisas que o cérebro bem elaborado pelo Divino, coloca num compartimento fechado.


Certa vez, durante um congresso, uma médica falava sobre os estalos do cérebro para nos levar de volta a algum fato do passado importante. Ela dizia, que não sabia precisar bem, mas que a massa pensante, sempre nos trazia a melhor lembrança.


Uma das datas que mais gosto é o dia do meu aniversário, quatro de março. Considero o dia do aniversário - e olha que na infância não fui estimulada para isso - uma data iluminada. Somo mais 365 de experiências e nem sempre bem vivenciados.


Hoje o senador Tasso Jereissati está fazendo 60 anos - muita luz, senador - e fiquei pensando como será a minha era sexagenária. Com certeza, se ainda estiver encarnada (não falta muito tempo, mas sei lá, e se de repente já estou noutra?) vou comemorar e no bom estilo: com amigos, com a família e com iguarias gostosas dentro da minha expectativa financeira.


Não irei para grandes buffets, não receberei grandes presentes, não causarei euforias entre os convidados, mas, com certeza serei sexi(sagenária) como diz o meu amigo Júlio Sonsol, o cara que traz o sol na letra, portanto, com muita luz e calor. Será que você sabe disso, Júlio?

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