quarta-feira, dezembro 17, 2008

Espinhos na vida flor

Eu não sabia que no Iraque jogar sapato é uma forma de protestar com o maior sentimento de rejeição. Aqui, entre nós jogar praga não é crime, porque se fosse ... Eu confesso que já joguei uma praga bem grande, não sabia que tinha retorno. Hoje, administro a dor enquanto a lembrança da causa e efeito tomam conta do pensar.

Bezerra de Menezes defendia que o melhor é rezar para os que cometem crimes visualizando o futuro do autor de atrocidades na redenção futura. Como é lógico esse espírito bom. A vítima precisa de ajuda, mas quem apedreja também, para que um dia utilize a força do braço para sustentar quem esteja caindo.

Eu não jogaria um sapato num presidente e também não esfregaria uma pizza na face de um ministro. Vejo os representantes de instituições com o respeito devido. Não lanço críticas a quem faz, mas não faria por temer uma das piores seqüelas que o ato traria: a desvalorização e, por conseqüência, o desrespeito o que eles representam.

O político é ruim, dê o troco: não vote nele.

Postar um comentário

Obrigada pela visita

Espero seu retorno