quinta-feira, junho 12, 2008

Abrace a data

Que comercial qual nada. Hoje é dia de olhar nos olhos profundamente, fazer declarações nem sempre sonoras; afagar a mão numa sinalização de companheirismo.

Dura quanto tempo esse chamego? Sei lá! não quero medi-lo, apenas perpetuar na lembrança fugaz da época porque namorar é o princípio de uma relação benéfica.

Se para as empresas, é um rendoso aditivo, para mim é um investimento de vida. Há quem pense que amar é um sonho. Acorde! É real. Ame quem está do seu lado - que nem por isso é percebido na sua totalidade.

Dê-se um presente. Abrace, sorria e beije muito. Afinal, de corpo presente, o abraço é a aliança universal da amizade.

terça-feira, junho 10, 2008

Pois é...


Ser alegre é uma opção que abracei desde a aparição da primeira tristeza. Não suportei aquela pressão na cabeça, no peito, aquela ânsia antecipando algo que não fazia idéia do que fosse.

Chutei fora sem pensar no árbitro e nos possíveis cartões de disciplina em pleno campo da vida, sempre verde e, que quando amarelava, encontrava face com rubor, brigando para abraçar o riso.

Espero que você que me acompanha entenda o procedimento de alguns escritos meus a respeito da dor. Ela sempre vem, só não pode é ficar muito tempo por aqui, porque a alegria é muito mais buliçosa e encontra sintonia no pensar.

segunda-feira, junho 09, 2008

Compras de futuro

Vou comprar um jazigo e encomendar também os serviços de alguma funerária. Interessante o desejo desse novo investimento. E parace ser muito bom negócio. Segundo o vendedor, um jazigo representa um novo apartamento e pode ser vendido, trocado...

Na invenção dos negócios, fico cismando o pensar da forma mais galhofa que conheço. Ou seja, se vender é porque desisti de morrer? Tento colocar aqui um tempero humorístico porque comprar jazigo sempre foi visto como algo sinistro, aliás é assim que se chama morrer.



Mas, o que quero aqui dizer é o seguinte: vou ter mais duas contas para pagar. E foi o que lembrei para o vendedor. Homem, faça algo de futuro, disse-lhe, no que retrucou: mas é o nosso futuro, dona Fátima! Boa ponderação, no entanto, o que há de se fazer?



Como um analista financeiro veria esse tipo de negócio. Até imagino a resposta: e pra vida toda, porque ninguém vai querer brigar pela herança. O jazigo é um negócio seguro. Ninguém vai mesmo disputar comigo por isso. Ou iria?

Obrigada pela visita

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