sexta-feira, novembro 07, 2008

Dia do radialista




Estamos em festa, ainda, porque fazer rádio é estar pronto para qualquer eventualidade. É também saber reconhecer os valores humanos e, notadamente, o comportamento das pessoas.


Nós, que hoje festejamos o dia do radialista, lei sancionada em 2006, pelo presidente Lula, nem sempre nos damos conta da data. É porque mudou e por estarmos tão envolvidos em fatos outros.


Costumo pensar que ninguém é mais radialista do que o ouvinte. Estão sempre atentos e quando nos cobram, é para melhorar a programação. E também para lembrar que uma das principais razões de ser da mídia eletrônica é ouvir o outro.





O rádio é íntimo porque está mais próximo do pensar humano. Fala com quem ouve e tenta responder o que sente. É por isso, que está sempre ao pé do ouvido.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Parabéns!


Hoje a rádio FM Assembléia 96,7 completa um ano de atividades. Uma rádio que tudo leva muito a sério. Que faz parceria com o ouvinte que está aprendendo a ficar mais próximo da política. Porque todos nós somos, por excelência, políticos.


Políticos no sentido de compartilhar ações e atividades. Depois da TV Assembléia e do rádio, os eleitores passam a conhecer de mais perto o político em quem depositou o voto da confiança. Tem sido a forma mais democrática de se fazer comunicação. E os parlamentares, por sua vez, expôem com abertura as suas idéias e projetos.


A rádio FM Assembléia, um desafio constante, como toda mídia, na realidade, foi um grande presente para quem há cerca de três décadas curte rádio.

terça-feira, novembro 04, 2008

Feliz com apego?



Recebi e-mail com dicas para ser feliz. Uma das idéias é não levar a vida a sério. A frase só dá o que pensar porque não é específica. O que não deve ser levado a sério? Ou seria melhor indicar o que não deve ser levado muito a sério?


Como ser feliz sem levar alguém que faz parte da nossa vida a sério? Seria dar de ombros quando algo que não pode ser resolvido a contento? Seria fazer vista grossa? Seria por um ponto final numa frase que merece um parágrafo?


Seria dar um murro no espaço para afastar o palhaço da idéia de que só eu posso resolver algo, porque o agente incomodado sou eu mesma?


Não seria melhor dizer, não leve a vida com apego? Porque esse "sentimento" tem me causado dores terríveis, apesar de viver afirmando que não sou apegada, pelo menos, muito. São os tentáculos da equivocada conquista, da maternidade, da necessidade inventada...

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