quarta-feira, novembro 19, 2008

Buscas



Se quer satisfação, procure-a. Vá fundo, pesquise os seus arquivos. Faça dowloads quantos forem necessários. Com certeza, nem adianta para o lado, buscando ajuda. Levante a sobrancelha, espiche o olhar para fustigar o pensar mais escondido. Lá bem dentro, o cérebro vai jorrar idéias que vão iluminar.


Depois desse rebuscar, veja se a razão de estar insatisfeito não está preso a si mesmo. Eu sempre dou de cara com esse resultado. É uma cena que se repete, repete...


terça-feira, novembro 18, 2008

Livros, enfim...


Enquanto alardeiam aos ventos webianos o fim do livro impresso - de outro tipo ainda se chamaria assim? - recebo convites, diariamente, para lançamento de livros de autores cearenses. Neste universo, qualquer um pode adentrar, ser ator e até personagem.


Estou cada vez mais em sintonia com a literatura cearense e tenho aumentado o meu acervo e curtido sessões de oratórias durante lançamentos de obras maravilhosas, curiosas e poéticas. Por isso, tenho ignorado convites que recebo para assinar revistas equivocadas.


A rádio FM Assembléia resolveu mergulhar neste universo e todos os sábados coloca no ar o Autores e Idéias, programa de entrevista com autores cearenses e de outros Estados. O Autores e Idéias é um espaço que permite ao escritor falar sobre suas obras de forma rica e estimulante.

segunda-feira, novembro 17, 2008

Sem sinal de fumaça


Os povos indígenas estão reclamando mais porque agora estão mais próximos da informação e dos meios de comunicação. Juruna causou impressão por conduzir um gravador enquanto falava com políticos. Ele registrava as promessas e depois cobrava apresentando o forte argumento. De lá para cá poucos avanços são contabilizados para os indígenas que não desistem.


Enquanto nos preparamos para ouvir mais uma audiência pública para reclamar a demarcação de terras, uma colega de trabalho descreve a surpresa de uma determinada pessoa durante conversa com um índio. O motivo da surpresa era o endereço eletrônico que o digno representante da raça indicava para contato.


Pois é, cismo o pensar para definições antigas que param no tempo. Ainda muitos de nós quando pensa em índio, lembra os antigos sinais de fumaça que usavam para comunicaram-se entre si. Os índios sempre foram muito avançados com relação à comunicação. Qual branco pensaria algo assim, tão inusitado, tão prático, e naquela época ainda sem se falar em poluição, por serem raros, eficazes?


A fumaça hoje é o sinal de resposta das inúmeras reivindicações dos indígenas.

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