sexta-feira, dezembro 19, 2008

O ano só tem 12 meses e já é velho!



Fim de ano nos leva a fazer balanços. Olho para trás, ando os quase 365 dias de ré e retorno tão rápido quanto o tempo de uma manchete de rádio. Percebo que não só entrevistei fui também entrevistada, falando sobre um veículo de comunicação, respondendo questionamentos e muitas vezes fui para o paredão.


Nesse BB você acaba formando turmas e turminhas reunindo pessoas que entendem o seu vocabulário e muitas outras que você costuma entediar. Logo depois das primeiras entrevistas para TV, pensei : vixe como andar de ônibus agora? É democratização da comunicação. Você não precisa ter uma BMW para sair na telinha.


Falei sério sorrindo porque a zombaria ficou pouco tempo por aqui. E cá com os meus botões, esse 2008 só me deu alegria. Claro que pintaram aqueles pingos escuros, que afugento. Eu lá tenho vocação para sofrer!

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Espinhos na vida flor

Eu não sabia que no Iraque jogar sapato é uma forma de protestar com o maior sentimento de rejeição. Aqui, entre nós jogar praga não é crime, porque se fosse ... Eu confesso que já joguei uma praga bem grande, não sabia que tinha retorno. Hoje, administro a dor enquanto a lembrança da causa e efeito tomam conta do pensar.

Bezerra de Menezes defendia que o melhor é rezar para os que cometem crimes visualizando o futuro do autor de atrocidades na redenção futura. Como é lógico esse espírito bom. A vítima precisa de ajuda, mas quem apedreja também, para que um dia utilize a força do braço para sustentar quem esteja caindo.

Eu não jogaria um sapato num presidente e também não esfregaria uma pizza na face de um ministro. Vejo os representantes de instituições com o respeito devido. Não lanço críticas a quem faz, mas não faria por temer uma das piores seqüelas que o ato traria: a desvalorização e, por conseqüência, o desrespeito o que eles representam.

O político é ruim, dê o troco: não vote nele.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Ainda faltam sete anos



Eu vivo com calendário na cabeça. É uma obrigação para quem vive acompanhando os fatos e jornalista não pode fazer de conta que não vê, não ouve, não sente... Ou seja, tem que usar os seis sentidos sempre. Mas, a cidadã, pode ignorar certas datas, como por exemplo, coisas que o cérebro bem elaborado pelo Divino, coloca num compartimento fechado.


Certa vez, durante um congresso, uma médica falava sobre os estalos do cérebro para nos levar de volta a algum fato do passado importante. Ela dizia, que não sabia precisar bem, mas que a massa pensante, sempre nos trazia a melhor lembrança.


Uma das datas que mais gosto é o dia do meu aniversário, quatro de março. Considero o dia do aniversário - e olha que na infância não fui estimulada para isso - uma data iluminada. Somo mais 365 de experiências e nem sempre bem vivenciados.


Hoje o senador Tasso Jereissati está fazendo 60 anos - muita luz, senador - e fiquei pensando como será a minha era sexagenária. Com certeza, se ainda estiver encarnada (não falta muito tempo, mas sei lá, e se de repente já estou noutra?) vou comemorar e no bom estilo: com amigos, com a família e com iguarias gostosas dentro da minha expectativa financeira.


Não irei para grandes buffets, não receberei grandes presentes, não causarei euforias entre os convidados, mas, com certeza serei sexi(sagenária) como diz o meu amigo Júlio Sonsol, o cara que traz o sol na letra, portanto, com muita luz e calor. Será que você sabe disso, Júlio?

Obrigada pela visita

Espero seu retorno