quinta-feira, janeiro 15, 2009

Dor de cotovelo


Há um mês estou literalmente vivendo uma dor de cotovelo. Não chega a ser um trauma psicológico, uma constante vontade de sofrer. Mas, algo que desconforta sem, necessariamente, interromper o pensar e flagrar fotografias mentais de sorrisos largos pelo simples fato de roer.


O que seria do pensar se não fossem as letras para brincar na tela do computador? Há algum tempo estaria brincando no papel, munida de lapis ou caneta de tinta cor preta, não sei porque mas acho mais macias.


A dor do contovelo em particular está me tirando do sério, ou melhor, da rotina. Fui procurar um doutor porque a porção dolorida criou uma pequena bolsa de um líquido amarelado, que de certa forma servia de travesseiro. Se o cotovelo tivesse olhos, com certeza cerraria as janelas para o mundo e agradeceria num ronronar matreiro.


Como toda dor de cotovelo, nem sempre sabemos de onde vem ou quando começa. Um Raio incógnito vai revelar o X da questão. E para sair da superfície a parte líquida do corpo - pequena parte - irá para o laboratório, quando as minhas veias também serão invadidas por uma agulha afiada. Nem a tecnologia mais avançada vai impedir que tirem o sangue de mim.


E pensar, que para curar as antigas dores de cotovelo bastava que o love ligasse.(tici tici)


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