sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Antes, durante e depois da folia


Ah, eu sei você vai dizer que Carnaval é o reinado da irreverência. E eu digo: morrer não é irreverência. Portanto, no dia das Cinzas quero ver todos os meus amigos.


E no momento de oferecer ao público ouvinte o plantão da folia, nada de números de óbitos; afinal a vida é uma alegria sem fim, com os seus blocos animados; com a fantasia sem limites; com os arranjos com ou sem jeitinho; com luzes multicoloridas; com sorrisos e amassos; e acima de tudo, uma promessa infinda de evolução nas avenidas com interdição ou não.


Portanto, se a sua intenção é agir neste Carnaval como se fosse o último, tomando todas - menos conselho - faça uma reverência à criação. Seja uma criatura leal.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Amigas



Os homens bem que tentam, mas as mulheres chegam mais junto. Lembro das muitas amigas que nem sempre estão próximas, mas que nunca estão longe quando necessito. Há de todos modelos e formas. Há as do tipo mãezonas que vão logo cobrando uma ligação que não retornei, uma liquidação que perdi...


Outras animadas - te aluí Fabreu! - é o estímulo para continuar no páreo não importa qual seja o meu alvo. Há aquelas que só me mandam mensagens com uma reca de endereços eletrônicos, mas que não me causam ciúmes.


Há ainda aquelas que me mandam bombons, adoçam os meus instantes que se transformam em dia de gratidão. Eu tenho um monte de histórias para contar das minhas amiga. São tantas...


Lembro de uma noite, numa época em que eu roia por homem (não me leve a mal), ouvindo Betânia, na varanda, no fundo de uma rede acompanhada de uma gelada quase morna. O interfone me sacode daquele inferno roedor e tomo um susto: Que diabo é isso, Maria de Fátima? Você é a vergonha da classe. Levante-se , fique linda e vamos sair por aí. Julieta é assim. Foi a vez de Betânia ficar explodindo o coração sozinha.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Carnaval é desgaste musical


Estava pesquisando a respeito do carnaval. Em alguns momentos, no início dos anos 1930, até que era romântico, pelas vestes e pelas marchinhas, letras simples, com leve malícia. Fui acompanhando o evoluir da musicalidade até chegar nos anos 2000! Vamos ter mau gosto, mas assim é demais.




Sinceramente, não sei o que pode levar uma pessoa a pular, agitar os braços e fazer coro à Eguinha Pocotó e outras que não ouso agredir o leitor escrevendo os nomes. Vejo que a musicalidade brasileira desse período é degradante.


Obrigada pela visita

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