sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Tecnologia

A tecnologia interfere diretamente na forma de pensar. Percebo que a intolerância também é atingida em cheio. Exemplo: não ligue para o fixo quando estiver deitada. Isso porque hoje eu me prosto diante da TV ou do livro e nada mais me interessa.

Lembro quando o telefone fixo era caro, produto de gente rica, que quando tocava todos na casa saltavam e iam a sua procura. Era uma disputa pelo aparelho que a gente usava o dedo para discar.

Fique atento para o aviso: a tecnologia dá neura. Já me peguei algumas vezes reclamando e querendo saber por que as pessoas não ligam para o meu celular. Está ali tão perto.

E quando o mouse sem mais nem menos desaparece. Aí desço dos saltos, vou pra baixo da mesa, ligo e religo e nada. Quando saio da sala ele retorna calmamente, como só calmas podem ser as máquinas. E há pessoas que deixam de pensar porque consideram que a máquina já faz isso por elas.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Sem imagens

Construí este blog para expressar o pensamento. Dar voz ao pensar. E muitas vezes - confesso - que tomo susto quando libero as comportas do aglutinado que tenho no cérebro. A facilidade com a qual escrevo, flui certas opiniões(ou seriam conhecimentos) sobre mim, que nem sempre percebo.

Estava agora cismando o flagrante de ser extremamente intolerante. Como isso doi! A cabeça ferve diante do que penso ser injustiça. Mas, é o meu sentir, todo meu, que mesmo que alguém da convivência queira experimentar, jamais saberá o gosto real alimentado pela minha bagagem de experiências.

O que mais me deixa incrivelmente intolerante é o desrespeito à condição humana. Por que será que tantos me subestimam e por que outros tantos me superestimam?

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Tudo para não ser visto

De vez em quando passo algumas horas diante da TV não paga(quase nenhuma diferença) para acompanhar algumas novelas. E vou sempre atrás do que a Globo oferece. Tirando as caras fenomenalmente trabalhadas do elenco global, as situações apresentadas frustam com relação à expectativa do imaginário.

Traição é sempre o mesma tema. E a iniciativa envolve todos os membros das famílias criadas. Pai que trai a mãe, mãe que esconde do filho a paternidade, amigas nem tanto disputando maridos... Até aqui, qual a riqueza de Viver a vida?

Excluindo a realidade mostrada a cada fim de capítulo apresentado, os resumos reais são bem mais ricos, mais humanos do que a raiva que me provoca aquele personagem infantil. Não sei qual o propósito do autor, mas criança mau caráter não cai bem num país que soma milhares delas nas ruas, nos becos e no lugar mais frequente do esquecimento.

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