quarta-feira, janeiro 12, 2011

Amar, se aprende

Sei não... já tive fortíssima impressão de que os homens só sabem amar quando estão distantes. Homem não ama no sentido mulher (aconchego), gosta mesmo é de sentir saudades e contar "vantagens" da dor da ausência.

Hoje, com hormônios a menos e passada na "casca do alho" dai o grande sabor das inúmeras vivências, acredito em Mário Quintana, quando afirma que devemos amar de graça. Amo sem aluguel, sem pagar impostos, sem cobranças exorbitantes, apenas querendo mudar a cor da nota no boletim cotidiano.

Nessa escola, já fui caloura querendo tudo experimentar, com uma fileira de voluntários. Fiz segunda chamada, escalei horas a fio textos longos que nada diziam para mim. O mal de quem escreve é buscar o ponto final numa frase sem sentido. 

Renovo a matrícula do aprendizado todos os dias e na tarefa de casa distribuo sorrisos até para as plantinhas do meu quintal. Saudo a flor que se abre e não lamento a que murcha, posto que vira semente.

Este post foi roubado de uma resposta ao amigo Raymundo Neto depois de ler suas belas crônicas.
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