quinta-feira, abril 07, 2011

No Ceará

No dia do jornalista não  vou reivindicar. Estou desde cedo só querendo ver o valor do trabalho nosso de cada dia. Experienciando o corre-corre. Se eu fosse contar a quilometragem das pernas e dos dedos sobre o teclado...

Se eu fosse contabilizar os números de oncinhas trocadas e liquidadas no custo da vida...

Se eu fosse medir os litros de chás de cadeira...

Ao invés disso, acredite: nem me tocava que hoje se celebra a profissão do jornalista. Por que será que o Dia Mundial da Saude falou mais alto? Será porque não tenho plano de saude, mas que planejo ter um que não duvide da minha vontade de pagar em dia...

 Estou desde o momento em que sai da cama lembrando os versos e a música de Carlos Barroso, que Fagner grita com prazer: "Eu só queria / Que você fosse um dia/ Ver as praias bonitas do meu Ceará
Tenho certeza/ Que você gostaria/ Dos mares bravios/ Das praias de lá.

 Estou assim hoje insultando Dorival Caymmi que me convida ir a Bahia. Este é o meu troco para o baiano convicto.
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