segunda-feira, novembro 21, 2011

O tempo não para. E eu?

Não é justo lembrar com saudade dos 20 anos, quando três vezes mais o tempo passou e aos vinte, apenas eu era uma explosão de sentimentos. A minha amiga e professora Adísia Sá chamou atenção para o fato de estar ligada ao aniversário dos anos, que fingem passar, mas que estão comigo. Sério? Nem tinha percebido, amiga perspicaz.

A saudade dos vinte veio com a reprise do filme Mamma Mia, que só assisto por conta da Meryl Streep, maravilhosa atriz.

Ser chamada de velha é o de menos. O diabo é que a envelhecência me deixa tão confusa quanto a adolescência, só que de forma muito mais contundente, porque no atual periodo, dei para refletir.  Deveria ser proibido - como diz o amigo Narcélio Limaverde, acentuando refletir é contraindicado para os maiores de 60.

Pois bem, na adolescência, com a efusão de hormônios, cobrança de boletim e uma vontade louca de ser adulta, eu nem era mais feliz. O diabo da felicidade deve ser uma dormência, uma embriaguez momentânea... porque sempre acordo, com a peste sumindo!

Pois sim, que venha a envelhecência com seus "issos"- eu já vi isso, já senti isso, ja passei por isso, já sabia disso. Só não quero é me atrapalhar demais com tanta vivência em novas experiências. Se são novas, prá que usar coisa passada para destemperar o prato novo que brilha, que cheira num convite à fome de viver a tal qualidade de vida tão decantada!
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