segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Na fila


O termo mais utilizado no momento é otimizar. Só que quando você vai à uma agência bancária, por exemplo, a otimização requer paciência como tudo o mais. Ou seja, você não escapa da fila de espera.


Com todo o desalento meu, faço leitura diferente quando escuto alguém dizer: "estamos modificando o nosso atendimento". Aos meus olhos e aos ponteiros do relógio, arremedo: estamos piorando o nosso atendimento.


São processos tão simples, por exemplo, uma pequena informação para saber aonde posso me informar sobre algo que não compreendo. E fico lá, na fila, remoendo o que pode ser tão mais detestável do que fazer parte de um sistema onde se é dirigido por números.

Se esquecer a senha, babou!


Acredito, que a maioria dos que necessitam ir aos bancos, escritórios ou tudo o que representa acúmulo de números deve conter o mesmo nível de desgosto. Mesmo assim, é preciso entrar no clima de que tudo passa.


É um tal de entra na fila para se informar, receber, sacar, pagar, descontar, negociar, financiar, emprestar, rolar a dívida, e xingar!


Você já ouviu alguém dar gargalhadas num banco? Pois fique perto de mim, um dia desses. Eu aprendi a rir de tudo que não gosto. Incluindo aí as taxas, as moras, os juros, cpmf(quer piada maior?)
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