Pairando

As vezes o silêncio faz tanto barulho que me calo. É nesse momento, que passo a escutar os gritos de socorro que a alma ensandecida espalha.

Não sinto que esteja passando por sentimentos opressores. Mas, então, diga-me você por que pressiono o pensar para entender o borbulhar de uma água seca, que consome o verde amarelo da esperança?

É assim que vejo hoje tanta gente ao meu redor, adoecendo, encolhendo-se num processo autofágico numa  ânsia latente para nascer. É como ainda estivesse pelo avesso, dobrando o ressentir.

Mundo dolorido, num caos interno.

Raymundinho, amado

Eu não sei se falei, com insistência sobre o amor que nutri e nutro por você, meu pai.  Você merece ser o meu primeiro pensamento no raiar d...