Com isso, constatei que não sou apenas uma costela do corpo do homem. Sou uma constelação e nesse universo tenho luz própria.
Acredite, não é mais um discurso feminista. É a certeza de que sou criação divina.
Quando decidiram que o dia 21 de setembro é o dia dedicado ao radialista, eu nem tinha chegado por aqui na atual roupagem. Ou seja, quando vim muito já havia sido resolvido e eu, em meio aos livros deliciava-me no desejo de ser correspondente. Longas matérias, reportagens especiais e jornalismo científico. Este era o meu foco. E no ar da imaginação vivia. Nem me tocava que do ar não sairia por muito tempo no imaginário.Nunca estive tão observadora como hoje. Nunca esbocei menos o meu parecer a respeito de coisas, pessoas, situações que há algum tempo (não m...