domingo, agosto 12, 2007

Quase tudo acaba em pizza


As noites de sábado, depois do conforto das discussões em grupo, tentando identificar-nos no Universo, nada é mais agradável do que um bom papo entre amigos, alimentado por uma saborosa pizza.


Sou adepta de massa, das massas, dos meios de massa. Faço mídia, portanto. Fortaleza transformou-se num reduto de pizzarias: só onde moro, chega a ser mais de uma disputando um trecho de 300 metros.
Mesmo assim, como adepta do prato, aventuro-me a procurar outros endereços. Pelo que se vê, o repasto é de preferência quase unânime. Em muitas pizzarias é preciso ficar na fila de espera.

Na terra do baião de dois, o disco de massa com recheios variados - têm doces e salgados - a dupla feijão com arroz perde espaço, pelo menos à noite. Pra que ficar na solidão, se as pizzarias, assim como as varandas de casas e apartamento podem acolher pizzamaníacos?


E para aqueles que comem a segunda fatia de olho na terceira, os rodízios com preços, que variam de cinco reais a dez reais por pessoa, são uma tentação. E depois, haja lipoaspiração e redução de estômago.


A pizza pode ser tão antiga quanto a vontade de comer. Exagero meu. Mas, alguns historiadores chegam a apontar que o prato surgiu no Oriente Médio, pelos fenícios, três séculos antes de Cristo.
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