quarta-feira, julho 30, 2008

Sem linha ocupada


Você pode perguntar para quem gosta de viver pendurada ao telefone, qual a sua opinião sobre os serviços prestados por meio dos telefones. De início, é esquisito você seguir ordens de uma voz metálica, fria, sem a menor intimidade e afinidade.



Você disca os números e eles se multiplicam, te passam para várias pessoas, as quais ouvem a sua história, que por sua vez, é repetida pelo menos três vezes e, ao final, depois de contar em detalhes o que deseja e quando finalmente, parece que vai se resolver o problema, a ligação cai.


Aquele sinalzinho de queda me persegue por horas, e lógico a frustração temperada pela indignação. Agora, finalmente, o governo resolve moralizar o babado: nada de ficar passando de atendente para atendente. Acabou a farra! E quando eu quiser cancelar um serviço não vou ter que ficar ouvindo o pobre funcionário da empresa insistir comigo para continuar recebendo mal serviço.



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