O quadrado retia a aventura que vinha de dentro e batia sempre na porta da consciência. O olhar não espreitava o final da rua que os órgãos não avistava.
Sempre dei ouvidos as batidas aceleradas do meu coração. O latejar do cérebro desapercebido tudo registrava. Nem sempre as somas eram divididas comigo. E, hoje, num "passar a limpo" das emoções, percebo que sempre estive na calçada dos sonhos, pisando forte no paralelepípedo da sorte.
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