Observar é preciso

Nunca estive tão observadora como hoje.

Nunca esbocei menos o meu parecer a respeito de coisas, pessoas, situações que há algum tempo (não muito) pareciam-me pruridos. 

Exigia ações.

Fechando os olhos para o que eu não posso mudar (pessoas) mergulho fundo no labirinto da minha existência. 

Se me perco? Sim!

Mas é nesse perder que percebo o quão profunda sou.

Faço exercícios contantes: observo-me, mas de olho na toga do juiz, que deve permancer desnudo dela.

Afinal, o julgamento é um atalho perigoso.


A menstruação ainda é tabu!

Acredito hoje, na maioridade(!!!) que a maior libertação foi a menopausa. Tirando os efeitos (calor intenso, fadiga, farnizim e a vontade de...