Para minha imensa alegria ele não se importava com o lixo que me tornava a mais infeliz das criaturas. Olhando o resultado de uma obra inacabada, nem o café que tanto amo, me acalentava.
Orando, continuei olhando o bichinho que bicava o chão dos dejetos e parecia que se alimentava. O vento soprou mais forte e veio com a poeira, que também me incomodava.
Atrevi-me a despir o manto da tristeza e fui passarinho, transformando em alimento o que consumia a esperança.
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