A pergunta veio a propósito de um comentário com um colega de trabalho e um bom ouvinte. Ele tem o ouvido amigo.
Falávamos de sentimentos?
Não.
Do arrepio das mudanças - que não mudam.
Permito-me cutucar o leitor para que siga a trilha, não a escolhida por mim, mas a que ele é instigado e, muitas vezes, constrangido a seguir.
