No início do meu crescer já sentia a dor, que naquela época revoltava. Por um bom tempo a companhia incômoda fazia-se perceber e,eu ainda briguenta, queria distância. Sentia, mas não dava ouvidos.
Hoje, ainda acompanha vida minha e de muitos outros habitantes deste Planeta, mas só que agora, eu a escuto, toco e me deixo tocar. É uma relação diferente porque aprendi, que diante da dor, o mais fácil era chorar.
Em muitos momentos, as lágrimas secam antes de sair, se negam porque preferem outros instantes meus: a alegria de ter amigos. E nunca, nunca festejei tanto a amizade.
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