A princípio, justiça é para todos. E todos são iguais perante à Justiça. A prática, nós sabemos, que nem todo mundo segue o manual. Digo, Constituição.
O Brasil é apontado como um dos países onde a Justiça é coisa de rico. O jargão é verdadeiro, sim. E não é só questão de opinião. O próprio Ministério da Justiça reconhece a realidade cruel.
Sessenta por cento do país não tem um defensor público, sequer. Mas não é por falta e desinteresse desses profissionais. Em junho passado, eles reivindicaram da União, criação de cargos e instalação de defensorias em cidades e municípios para garantir aos mais pobres, o acesso à Justiça.
Fico pensando o que está faltando para a expansão do serviço, digo melhor, do direito de cidadania. Já se falou tanto sobre isso, mas os resultados são tão poucos. Não tiro a razão de quem se desespera e vive a protestar contra todos.
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