Modorrenta segunda-feira. Passeio sobre as manchetes das principais mídias do País e nada vejo que repercuta no teclado do micro. Adormece a pauta sugerida. É como se o texto desvanecesse e a letra caísse morta!
Jornalista dá duro para ressuscitar arquivo morto e adicionar o verde da novidade nas amarelas páginas. Não consegue suplantar, sequer, a instantaneidade do virtual.
O que ocorre? Pergunta-se aqui e ali. É a omissão do que ocorre de bom, que sob a pecha de falta de ibope, é alijado do processo midiático.
O homem que vive notícia, noticia e é notícia, consegue continuar respirando enquanto mata a pauta da vida?
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