Professora!!



Ser professor é que nem mãe: é para sempre. Mas, nem sempre são próximos. Tive a oportunidade de conviver com muitos, a maioria, mulheres. A primeira professora (foge-me o nome dela agora) nos estimulava a cumprir as tarefas com a palmatória. Não, eu nunca apanhei dela. Aos seis anos de idade, já sabia ler algumas palavras e somar alguns números. Recusei-me a cobrir as letras do alfabeto, preferindo imitar a boa caligrafia no caderno.


No ginásio, uma outra professora marcou por ter duvidado da autoria do trabalho que apresentava. Recorri aos rascunhos(borrão) para convencê-la. Depois, com o pedido de desculpa passei a ser alvo de suas atenções pelo capricho no raciocínio. É bom lembrar que na adolescência vivi alienada, o que dava asas para a imaginação.


Outras importantes figuras ainda são do meu convívio hoje: o professor Antonio Mourão, com quem tenho a oportunidade de contar como colaborador para análises de vários temas na rádio em que trabalho; e a professora Adísia Sá, também com quem já trabalhei e sempre tivemos uma convivência maravilhosa.

Um comentário:

Eduardo Andrade disse...

Fátima,
Eu já me apaixonei por muitas. Infelizmente não fiquei com nenhuma. Hahahahaha...

IA conversa comigo

  Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você.  E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade.  ...