Os artistas da hora nos fazem bem. É o oxigênio dos mares que nos sufocam diariamente. Não sou conhecedora do humor dos chargistas estrangeiros, por isso não faço comparações. Prendo o pensar por aqui, olhando rindo dos fatos inspiradores.
Os amigos me divertem enviando e-mails com as figuras. O brasileiro tem um jeito muito particular de fazer piadas. Tem vivências diversificadas, sofridas, mas nada que lhe tire o bom humor por muito tempo. E nem cisma o pensar para denominar o que podemos chamar de psicoadaptação.
Normalmente, os temas que nos atingem, mas que não nos compete ingerência direta, são os mais visados. A política brasileira é uma fonte, sem dúvida, inacabável. É o que nos confere a charge do jornal Zero Hora.
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