Sapos, sapinhos, sapões



O pensar é tão esquecido. Em alguns momentos, forço-o para trazer à tona ideias largadas num cantinho da cabeça tonta.

Sou que nem notícia de rádio, não posso guardar nada. Tudo deve ser questionado, escrito, avaliado e noticiado. Essa transparência tem custos elevados: dores de cabeça, beicinhos, bicos virados e a pecha de antipática, durona e intransigente(!)

Se defender o que acredito for intransigência... vou ter que engolir sapos muitos ainda. E haja lagos e lagoas. Mas, em nome do clima da Terra, casa nossa, vou mascar sapinhos de plásticos reciclados.

Nenhum comentário:

Intimidade

Um dia, assim, de repente, vem aquele pensamento.  É o meu juizo conversando comigo.  Nem sempre sou plateia desse ator, mas hoje, resolvi o...