Quando menina precisava do amor proteção.
Adolescente apostava no frio na barriga, no coração aos saltos.
Mulher feita absorvia a ansiedade de um sentimento profundo, arrebatador.
Madura, aceitando a calmaria da resignação de que é necessário amar sem que dependa da pessoa. É o amor cantado por Mário Quintana. Mas, a percepção foi exclusivamente minha.
Quando a velhice chegar quero aprender a amar-me para esparramar esse sentir sem dores no mundo.
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