
Ontem, com a TV, a companheira fiel do quarto - está sempre ali disposta a me entreter, informar, só fala quando quero o que a torna não só fiel, mas também quase ideal - vi O Divã, filme com Lilia Cabral. Recomendo.
No momento em que escrevo este post, no trabalho (é... tô matando um tempinho) descobri que o divã é um grande ouvido. O diabo, é que sempre estamos com alguém sem audição. Só tem olhos para as nossas formas. E isso, nem sempre porque as mulheres rebolam à sua frente. E o alguém nem repara a causa que são as pernas tortas que dão equilíbrio a bacia, que acomoda a semente.
E o pensar lateja, lateja... até nos resolvermos é provável que alguém resolva ficar.
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