Amo esse periodo em que a cidade se veste dizendo aqui tem Natal. Fujo das lojas tumultuadas, promoções tentadoras, a máquina do cartão insultando-me, mas ter crédito não significa dinheiro. No aeroporto, o susto do voo cancelado, um desânimo estampado em muitas faces. Planos ao chão.
O mês de dezembro promete sobrecarga emocional. Todos saem de casa e lotam restaurantes, bares, são as confraternizações sem fim. Vista de cima, se pudesse, a multidão diverge em opiniões, mas converge com o mesmo sentimento: estar perto de alguém.
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