O querer bem tem memória intocada numa parte do cérebro do coração. Fica num arquivo, que em muitos momentos, se perde em meio a tantos outros.
É uma prateleira que se acostumou a ser vista e quase nunca olhada. Está cheia de livros sem digitais nenhum. Quando o folhear da lembrança desaloja o esquecimento, surgem os personagens que tanto representaram na minha vida.
O choro acorda a saudade que eu nem sabia que sentia. Ando tão ocupada com o externo que chega a me sentir culpada de não ter convivido intensamente a presença de certas pessoas. E fico me perguntando porque a psicoadaptação é sempre tão mais presente.
A angústia saltita ao meu redor a espera oportuna para me ocupar, mas é vencida pela minha preguiça de largar-me ao seu recosto. Lânguida é a cor da melancolia, a qual não me prendo.
O choro acorda a saudade que eu nem sabia que sentia. Ando tão ocupada com o externo que chega a me sentir culpada de não ter convivido intensamente a presença de certas pessoas. E fico me perguntando porque a psicoadaptação é sempre tão mais presente.
A angústia saltita ao meu redor a espera oportuna para me ocupar, mas é vencida pela minha preguiça de largar-me ao seu recosto. Lânguida é a cor da melancolia, a qual não me prendo.
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