
Após o fim do primeiro casamento, lá vem o questionar com dedo em riste para a atenção à mulher descasada, que não pode namorar porque tem filhas, as meninas precisavam de muita presença.
No trabalho, as companhias nem sempre más com as rasteiras incertas.
Nas noitadas as quais costumava chegar e sair sozinha...
Afora todas essas provocações sociais, dava-me conta das más companhias quando sozinha. Ensimesmada e por que não dizer assustada com o pensar nevoento, que arrancavam dores da alma. Não eram presenças físicas, que podem atordoar com tantas informações, mas imagens fortuitas, vozes sem endereços, e o que é pior, sem clareza.
Com quem ando, pergunto eu agora, com insistência. A vigília agora é minha!
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