Infinita poesia



 Vejo com espanto o tempo distante que por aqui estive. Como é fácil deixar ao largo da memória o que satisfaz por um determinado tempo. Desde o início da pandemia que me isolei das letras carregadas da poesia que me acompanhava.

A poesia não morre. Graças a Deus! E aqui estou teclando no intervalo dos fatos pandêmicos  - alertas para um final que não se deseja. 

É possível poetizar o momento? Creio que sim. Os poetas já contemplaram a dor como diva inspiradora.

Eu creio em cores, na Natureza que nos cerca e nos alimenta com o prenúncio de que tudo um dia vai passar. E seremos, então, o que restou das ruidosas mentes prisioneiras da contemplação.

2 comentários:

Unknown disse...

Bem-vinda de volta, amiga, e trazendo letras lindas!!

Fátima Abreu disse...

Obrigada pelo apoio. Grande abraço.

Narcélio, a vitrine que espelha

 "Quero morrer trabalhando. Não aposentarei atividades. O rádio é a minha vida". Frases repetidas, inúmeras vezes pelo amigo Narcé...