O poeta Nando Cordel nos socorre dizendo que "A paz do mundo começa em mim".
É fazer gritar o Eu pequeno, que chora, que não cresce.
É fazer calar a preguiça, a má vontade crescente ainda, dissimulada, e que se esconde sempre quando tento reverter a capa grossa personificada.
Mas não irei juntar-me aos milhares que sairão hoje às ruas. Vou tentar identificar o ser antigo, teimoso e buscar adeptos nesta caminhada.
Sei que serei escutada e estimularei para ser ouvida. O jovem é o alvo.
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