Aprendendo a amar


Não amamos as pessoas com as quais costumamos assim pensar. Amamos o que nos interessa nelas. Se não vejamos. Aquelas frases recheadas de olhares lânguidos e suspiros de que sem você a minha vida não tem sentido; você é o meu oxigênio; a minha alegria de viver ... E por aí vai, são provas da afirmativa do post de hoje.


Na maioria das vezes no nosso cotidiano de aprender a amar, acredito que o sentimento começa a mostrar a árvore que encerra a semente, quando nos descobrimos acompanhados, companhias. Vejo o amor assim, andando ao lado, fugindo em busca da luz e nos acenando.


Não é o despertar rotineiro no toque dos pés e a toque de contas para pagar. É discutir a melhor forma de pagar a cama mais espaçosa e mais resistente. É espreguiçar na rede de emoções que a vida nos apresenta.


Muito mais que dedos entrelaçados furtivamente, a gente ama o que nos acompanha.

Um comentário:

Questão Fundamental disse...

Ah o verdadeiro amor, por onde andará...

Raymundinho, amado

Eu não sei se falei, com insistência sobre o amor que nutri e nutro por você, meu pai.  Você merece ser o meu primeiro pensamento no raiar d...