A sorte vem dos biscoitos


Hoje quero quebrar o biscoito para ver o que a sorte me envia. 

Os biscoitinhos eram mimos de restaurantes orientais, aqui na minha cidade, para quem devorava aquelas comidas gostosas e leves.

Comer diferente nos leva a lugares diferentes. 

A sorte enviada pelos biscoitinhos serviam como passagens para tempos remotos de uma infância assombrada. 

Cresci ouvindo coisas, vendo coisas. .. Frutos da imaginação? 

Diziam que era bem doida e nessa maluquice cá estou eu, em busca de mais assombros. Isto, porque a realidade nossa assusta muito mais e não oferece saídas inteligentes, enquanto que o irreal(?) me transporta para diversas trilhas, que por sorte, me permitirão encontrar-me. 

Eu e o Universo

 O pensamento se repete assim: de vez em quando o pensar do outro chega a me incomodar até que descubro que apenas faço ideia do que a pessoa possa pensar. 

Que ousadia a minha chegar a querer saber o que passa na cabeça do outro. Na verdade, é na minha cabeça que tudo mora. 

Olhando para os lados, em todas as direções, percebo flagrantes que antes não me eram notados. 


O ceu na sua infinitude, as paredes fixas roubando a cena, o barulho que a mente faz quando os olhos não captam o que a Natureza representa. 

Eu e o Universo, pomposo, rico, maravilhosamente imenso, diante da minha pequenez nem sempre serena. 

O que eu poderia ter feito/fazer para percebê-lo? 


Quem esqueceu o quê?

  Não é sempre, mas existem manhãs em que eu fico lendo coisas que me fazem muito bem. Podem ser piadas, podem ser textos filosóficos.Uma ch...