TVendo



Enquanto a TV do Sudeste do país briga pela concorrência e sofre revezes, a TV cearense desponta como a luz do sol na Cidade.

Quem disse que nós não sabemos fazer TV?

Vamos mirar os nossos profissionais. Para entender basta acompanhar os trabalhos de Ian Gomes, Kezia Diniz, Karla Soraya e Maysa Vasconcelos. Isso sem colocar os homens que brilham, Nonato Albuquerque por exemplo, que apresenta as dores nossas sem o cotidiano perverso.

Aqui no Ceará, TV não é só imagem. Parabéns!

Boom



A vida é uma grande explosão. O boom acontece o tempo todo, todos os dias, não importa se a nossa compreensão alcança.


Sou conhecida pelos arroubos. Não acredito em meio termo. A vida é de uma intensidade imensa, incompreensível ... Sem perceber-me ainda permito . Eu sou assim arroubada.

A vida explode dentro do meu corpo, numa onda de vontades que não consigo deixar sair. Por isso a intensidade é mal interpretada, mal utilizada.

Descontrolo o jeito de falar, a maneira de ser. Sou intensa, ah, se sou! Quando alegre um estrondo, quando raivosa convincente e quando triste, uma implosão.

Sei da indisciplina e seguro a letra para não escrever tudo o que sinto. Se a civilidade me cobra moderação, se a gargalhada fere etiquetas, prefiro ser selvagem.

Twitando


As redes sociais, sem dúvida, são essenciais. Aliás, foi tema de um congresso brasileiro reunindo assessores de órgãos públicos realizado em São Paulo em agosto. No Congresso houve destaque também para os programas que não são jornalísticos (Pânico, um deles) mas que estão na pauta dos assessores e assessorados.


O Twitter tomei conhecimento durante um curso promovido pelo Comunique-se, que nos falou da força que representa. Ok, fui voando conhecer, mas para ficar mais ou menos íntima levou algum tempo.


Agora, tenho que declarar: o que tem de gente que já deixei de seguir porque ocupa a minha tela (do micro) com comentários que só interessa a quem escreve...

Ufa, o que seria de nós sem o delete?



Oh, yes


Eu sou ignorante, sim. Quando adolescente curti aquela fase de o que é de fora é supimpa(é o novo!) Por isso, as músicas(?) estrangeiras - e aí vão não apenas as norte-americanas, mas as italianas e francesas - faziam zoada em casa. Bastava mamãe sair para que o volume fosse às alturas.


Eu não conto as fantasias maravilhosas que eu criei e curti. Ser adolescente nos anos 70 era assim. Como sempre fui gaiata e não entendia bem o que diziam os cantores(?) porque berravam e eu seguia maravilhada, parodiava muitas. No recreio da escola era a intérprete preferida. Adorava a palhaçada.


Na hora de ouvir os LPs ou compactos nas lojas de discos era um tal de larilara que não acabava. O vendedor doido por uma paquera atendia prontamente. Por isso é que até hoje não canto e nem sempre entendo o que dizem aquelas letras, verdadeiros transportes para a minha imaginação.


Ontem, mais uma vez, experimentei a sensação da adolescência fenecida ao ler o retorno ao mundo espiritual de Al Martino. Buono volo.


Amando e ensinando


Professor trabalha com amor.

Será por isso que não é ouvido quando pede mais atenção

e recursos financeiros?

Olha o passarinho!



Os pássaros são os seres que mais me comovem. Pequenos e capazes de emitirem sons maravilhosos. É uma sinfonia ensaiada por Deus que me permite lembrar que o Céu não é um lugar físico.


Quando menina nunca atirei contra um passarinho, um dos "esportes" da criançada da época - hoje os virtuais continuam estimulando o apetite pela destruição - preferia ficar acompanhando com os ouvidos o seu seguir pelas flores.


Estava certo dia, reclamando (eu continuo reclamona) do lixo da reforma da casa que havia tomado conta de boa parte do meu jardim. Quando preparava o suspiro - é assim que a gente se comporta quando não tem alguém por perto para ouvir os reclames - um passarinho se fez escutar.


O olhar flagrou-o na altura da grade de ferro. E percebi, mais uma vez, como perco tempo com bobagens, sujeiras que promovo! O pequeno ser de canto maravilhoso, completamente indiferente prosseguia como o criador lhe fez: suavizando os ouvidos, apesar da natureza agredida.


Mundo Masculino

Aposto que você leitor acredita que vou falar sobre homens e o que eles pensam. Não mesmo! O mundo masculino é a palavra que se relaciona com Terra bem feminina e fértil apesar dos ataques do homem (nós).

A fecunda Terra arde com a falta de árvores e chora em descompasso com os cataclismas. Já estamos passando do tempo de largar o bolso e correr para a bolsa da compreensão. Sem esta Casa, para onde iremos?

IA conversa comigo

  Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você.  E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade.  ...