Banquete

Porque ainda  na fase umbilical, o estômago assoma a postura de governar o pensamento, na maioria do tempo, que se esvai e me deixa com uma fome enorme de conhecimento.

O banquete há tempo já servido, não esfria e nem esquenta. Está à minha espera, sem ânsia e com sabor.

Indiferente à volúpia do meu olhar - o comer com os olhos é do meu feitio - porque a boca alcança, mas o coração se distancia.

Desafogando

A respeito dos sonhos e as sequelas da viagem noturna me dou  conta ao acordar. Tem um certo quê de indagações sem respostas. Dizem que peco pela boca. Deve ser mas, socorro-me no acalanto de que a boca dá vasão o que tem o coração. Então o meu peito precisa desafogar para não sofrer a implosão das inúmeras queixas que tenho.

Não sou de muitos ais-ais dai parto para a prática se é que sentir é prático. Nesse caminho, evito os atalhos de querer entender tudo o que me ocorre. Evito assim (acho) perder o fio desse imenso novelo, saltando os nós que surgem. Na realidade, estou sempre costurando ideias.

IA conversa comigo

  Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você.  E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade.  ...