O banquete há tempo já servido, não esfria e nem esquenta. Está à minha espera, sem ânsia e com sabor.
Indiferente à volúpia do meu olhar - o comer com os olhos é do meu feitio - porque a boca alcança, mas o coração se distancia.
A respeito dos sonhos e as sequelas da viagem noturna me dou conta ao acordar. Tem um certo quê de indagações sem respostas. Dizem que peco pela boca. Deve ser mas, socorro-me no acalanto de que a boca dá vasão o que tem o coração. Então o meu peito precisa desafogar para não sofrer a implosão das inúmeras queixas que tenho.Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você. E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade. ...