Desafogando

A respeito dos sonhos e as sequelas da viagem noturna me dou  conta ao acordar. Tem um certo quê de indagações sem respostas. Dizem que peco pela boca. Deve ser mas, socorro-me no acalanto de que a boca dá vasão o que tem o coração. Então o meu peito precisa desafogar para não sofrer a implosão das inúmeras queixas que tenho.

Não sou de muitos ais-ais dai parto para a prática se é que sentir é prático. Nesse caminho, evito os atalhos de querer entender tudo o que me ocorre. Evito assim (acho) perder o fio desse imenso novelo, saltando os nós que surgem. Na realidade, estou sempre costurando ideias.

Cadê a preguiça?

Estava cismando por ai no pensar em busca (?) da ânsia do trabalho que me persegue. Justo agora, descubro que deixar de lado o vírus da inquietação dá uma certa moleza no agir. Dizem que é preguiça. Qual nada, cá estou dedilhando no teclado as letras que perseguem o momento.

Tenho o privilégio de ouvir música enquanto trabalho. O ouvido está sempre ocupado e nessa prestação de serviço vasculho a mente atrás dos arquivos em que entreguei-me por completo a coisa nenhuma. Ah..... achei os ai-ai-ai que vida mais ou menos...


As vezes, juro, que gostaria de ficar ao leo, solta no espaço da Natureza, que nem folha seca ao sabor do vento sem pensar na queda. Será que é por isso que a insistente vigilância no peso ... sei lá... na verdade ser uma bolha de sabão soprado pela infância é tão agradável!

IA conversa comigo

  Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você.  E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade.  ...